O protocolo mandava reportar anomalias. Jael não reportou. Voltou na aurora, quando o vidro fica cor de guaraná, e encostou a palma no círculo estranho.
Do outro lado, com a lentidão de quem empurra água, uma palma subiu e parou sob a dela. Não era mão de gente. Tinha dedos demais e paciência demais. Entre as duas palmas, três centímetros de vidro e cento e tantos anos de pergunta.